
Eu não acho que a covardia seja de todo condenável. É um mecanismo de defesa como todos os outros. Também não to dizendo que é uma coisa boa. Não acho bonito, só acho natural.
Tenho um amigo gay que covardemente não se assume...
Tenho uma amiga perdendo o tempo e a vida num relacionamento sem futuro que covardemente não põe um ponto final...
Tenho alguém próximo que covardemente se acomodou num empreguinho de merda por medo de não conseguir melhor...
O que eu faço em relação a essas pessoas?!
XINGO! Se xingo!
Porque todo mundo sabe dá palpite na vida alheia, e eu não sou diferente. Sem contar que ver alguém que se ama engolindo sapo e perdendo tempo é de lascar! Dá vontade de abrir aquela cabeça pra ver se entra alguma coisa.
Mas como eu disse anteriormente, a covardia é natural. Tanto que eu tenho segredos e mentiras que deveriam ser revelados e não são porque minha covardia não deixa. Quer prova mais concreta pra provar que algo é natural do que acontecer com a gente?!
Mas oh! Uma coisa eu garanto: poucas coisas são tão gratificantes do que se olhar no espelho, bater no peito e ver que se teve CORAGEM!
Pena que meu espelho tem presenciado cada vez menos essa cena...
Grilos
41 minutos atrás
6 Passaram por aqui:
adorei que você voltou
adoro você
;*************
de longe.. de perto.. sempre!
É, palpitar na vida alheia é sempre fácil... Mas num tem como, né? hahah!
:*
moça, inspirado no seu post criarei a campanha "faça um espelho feliz", caso não me acovarde.
beijão.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
é mesmo!
todos nós somos pelo menos 10 vezes na vida covardes, corajosos, inconsequentes, bravos, etc...
O ser humano é super complexo, e principalmente, contraditório.
;)
não existe coisa pior do que se acomodar a algo... por melhor que seja essa coisa, só por ser MUITO cômodo já o torna chato.
eu passei muito tempo acomodada a um relacionamento sem futuro como sua amiga, hoje eu me olho no espelho, bato no peito (mentira, dói) e vi que tive coragem! :D
Tem uma hora em que o medo de perder vai embora e passamos a aceitar as conseqüências de nossos atos. Mas nem sempre é tão reconfortante assim.
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